Egressos

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Da primeira turma do programa (2016-2), 14 alunos foram diplomados. Desta turma encontramos atualmente uma egressa atuando como docente em curso de graduação na UFS, um candidato aprovado em primeiro lugar no doutorado do PPGARTES da Escola de Belas Artes da UFMG, realizadores e produtores audiovisuais residentes e atuantes nos estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Maranhão, além de profissionais inseridos em diferentes espaços e papéis no mercado de trabalho local, todos ligados ao cinema e audiovisual.

O cenário que vem sendo construído a partir da atuação dos egressos está em consonância direta com o projeto de curso do nosso PPG e com a natureza interdisciplinar do Programa. Conforme citamos acima de modo resumido, os alunos diplomados participam em atividades diversas que vão desde o ensino de nível superior e básico até à promoção de eventos, realizações artísticas, composição de júris e curadorias em eventos de projeção local e nacional, e continuação da formação na pós-graduação Stricto sensu em nível de doutorado. Abaixo faremos maior detalhamento das atividades de nossas turmas formadas. Podemos dizer que, de modo geral, todos os alunos estão engajados em atividades que têm o cinema como protagonista, atravessado por discussões interdisciplinares.

Uma de nossas egressas, da primeira turma formada no PPGCINE, é organizadora do evento que acontece anualmente desde 2016, a EGBÉ – Mostra De Cinema Negro De Sergipe, e está à frente de entidades que discutem a produção audiovisual no estado, como o Fórum Audiovisual de Sergipe, que viabiliza, junto a órgãos de cultura estaduais e outras agências de fomento, editais de apoio a eventos e produções audiovisuais. A egressa também é realizadora, e produziu, em 2019, o filme Las Chicas. Além disso, continua a elaborar e apresentar trabalhos em eventos acadêmicos. Podemos mencionar ainda outras produções de impacto social ligadas ao PPGCINE, como a apresentação de sua pesquisa no programa “Quintas Negras: Xirê dos Saberes”; a consultoria para o roteiro do filme Amparo, com roteiro de docente do curso de Cinema e Audiovisual da UFS. Todas essas ações dão continuidade e são resultados das suas pesquisas ligadas ao cinema negro feito por mulheres.

Outro destaque é a atuação de uma egressa que tem atuado em diversas áreas, também diplomada em nossa primeira turma. Um de seus trabalhos é a formação cineclubista, enfocando o papel pedagógico dos cineclubes na sociedade, projeto apresentado no programa de TV Diário, de Pernambuco. A egressa ambém participou na avaliação de trabalhos acadêmicos ligados ao Cinema, no 9º Encontro de Cinema Alagoano, promovido pela Universidade Federal de Sergipe. Outros trabalhos que também merecem ser mencionados são a curadoria de filmes para a 6ª Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental, promovida pela Universidade Federal de Alagoas; a participação no júri Brasil de Longa-metragem e de Curta-metragem, promovido pelo Festival de Cinema de Caruaru – Cinema Latino-americano contemporâneo e a participação no 3º Encontro de Cinema e Educação – 12º Curta Taquary. Cinema e Ensino: da Produção à Exibição e Reflexão. Fica evidente sua atuação no estudo do cinema em seu viés interdisciplinar, especialmente ligado à educação e ao meio ambiente.

Uma de nossas egressas da primeira turma é professora do curso de Cinema e Audiovisual da UFS e tem participado em diversas bancas de avaliação de Trabalhos de Conclusão de Curso, desenvolvendo experiência no campo de ensino e pesquisa.
Outros dos nossos egressos têm continuado suas pesquisas, seja no doutorado, seja através da participação e apresentação de trabalhos em eventos acadêmicos, e na publicação de textos em periódicos e livros – a exemplo da série Cinema e Interdisciplinaridade, que teve grande número de publicações de nossos egressos. Além da atuação em órgão vinculados à cultura, a exemplo da egressa que trabalha no Museu da Gente Sergipana, com o qual temos construído parcerias, e do egresso que é coordenador do programa de cultura do SESC/SE, com vasta experiência na construção de projetos de cinema e audiovisual como o “A Escola Vai ao Cinema” e “CINE OLHO/ Cinema e Educação”.

Dos diplomados da turma 2017-2, também com perfil variado de atuação, desde o serviço público, passando por realizadores e profissionais que atuam na iniciativa privada. Dois desses egressos trabalham atualmente prestando serviço à Secretaria de Direitos Humanos do Estado de Sergipe, realizando trabalhos ligados ao Núcleo de Cinema e Educação (NICE). Também digna de nota foi a produção audiovisual “Aflorar”, de egresso que fez seu curso com apoio de bolsa de estudos, e seu filme produzido a partir dos registros do II SIC.

Tal panorama demonstra a lacuna que veio ocupar o PPGCINE na pós-graduação em cinema em âmbito local e regional, destacando a sua inserção social, apesar do curto período de existência.

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